segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Poluição Química Ambiental
O que é, tipos de poluição química ambiental, causas, consequências, problemas gerados no meio ambiente, descontaminação, poluentes
poluição química da água
O que é
Poluição química é a contaminação ambiental (solo e água principalmente) gerada por produtos químicos.
Causas
A poluição química pode ser intencional ou acidental. A mais comum é a primeira forma, pois muitas indústrias despejam produtos químicos em rios, lagos ou diretamente na rede de esgoto da cidade, não fazendo o devido tratamento. É comum também a ocorrência de poluição na zona rural, através da contaminação do solo pelo uso excessivo e irregular de pesticidas.
Consequências
A poluição química praticamente elimina a possibilidade de vida nos rios e lagos contaminados. Todo ecossistema pode ser seriamente prejudicado nestes casos. Além de peixes e plantas aquáticas, aves que se alimentam destes peixes também podem morrer.
No solo, pode gerar problemas de contaminação de lençóis freáticos, nascentes de água e até deixar um terreno impróprio para a agricultura ou construção de habitações.
Outro sério problema é quando ocorre o contato de seres humanos com solo ou água contaminada por produtos químicos, pois pode haver o desenvolvimento de doenças ou problemas graves de saúde.
Descontaminação
Descontaminar solo ou água é um processo de alto custo e , muitas vezes, demorado. Existem casos de terrenos, contaminados por produtos químicos, que ficam décadas sem utilização em função do grau elevado de contaminação e também do poder de toxidade do poluente.
Nos casos de poluição de rios ou córregos o problema também é sério, pois a água leva o poluente por todo curso, contaminando as margens. É comum também, neste caso, o produto químico ficar depositado no fundo do rio, dificultando muito o processo de descontaminação.
Principais poluentes químicos:
Produtos tóxicos minerais:
- sais de metais pesados
- sais minerais
- mercúrio
- ácidos
- chumbo
- álcalis
Produtos tóxicos orgânicos:
- fenóis
- hidrocarbonetos
- detergentes
Você sabia?
- Contaminar o meio ambiente é considerado um crime ambiental. Pessoas ou empresas que geram poluição química podem ter que pagar multas pesadas ou até mesmo serem presas por esta prática.
- Situações graves ou crônicas de poluição química pode provocar extinção de determinadas espécies animais, caso estas vivam apenas naquele ecosssistema afetado.
- Os países emergentes (Brasil, Rússia, Índia e China) são os que mais apresentam casos de poluição química ambiental no mundo.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Água
O que é, fórmula, importância, racionamento, poluição, consumo e economia, tipos de água
água
Introdução
A água é um composto químico formado por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio. Sua fórmula química é H2O. Porém, um conjunto de outras substâncias como, por exemplo, sais minerais juntam-se a ela. Nos oceanos, por exemplo, existe uma grande quantidade de sal misturada a água.
A água pura não possui cheiro nem cor. Ela pode ser transformada em gelo (solidificação) quando está numa temperatura de zero grau Celsius. A água ferve quando atinge a temperatura de 100 graus Celsius (no nível do mar).
Cerca de três quartos da superfície do planeta Terra é coberto por água. Em função deste aspecto, nosso planeta, visto do espaço, assume uma cor azulada. Sem este líquido precioso o ser humano não teria se desenvolvido neste planeta. Basta dizer que o corpo do ser humano é quase totalmente formado por água. A água também é fundamental para a vida dos outros animais e plantas do nosso planeta.
A água é extremamente importante para o homem. Na antiguidade, por exemplo, as grandes civilizações se desenvolveram às margens de rios. Os egípcios, por exemplo, dependiam das águas do rio Nilo para quase tudo. A civilização da Mesopotâmia também utilizou este recurso natural dos rios Tigre e Eufrates.
Consumo de água e racionamento
A água é um bem precioso que deve ser consumido de forma racional. Estudiosos apontam que, futuramente, a água poderá se tornar rara caso continue ocorrendo desperdício. Em algumas regiões do mundo, principalmente nas mais pobres, já ocorre a falta de água.
Dicas de racionamento e tratamento de água no dia-a-dia:
- Não use água para lavar carros e calçadas;
- Ao escovar os dentes, feche a torneira;
- Tome banhos mais curtos, ensaboando o corpo antes de ligar o chuveiro;
- Acabe com os vazamentos em canos residenciais;
- Para quem tem piscina, evite trocar a água constantemente. Use procedimentos de tratamento de água;
- Ao tomar conhecimento de vazamento de água nas ruas, comunique imediatamente a empresa de água responsável ou a prefeitura.
- Junte uma boa quantidade de roupas antes de coloca-las na máquina de lavar;
- Ajude a combater a poluição das águas. Não jogue lixo nos rios e córregos. Não jogue óleo de cozinha no encanamento, pois este produto irá contaminar as águas. Um litro de óleo de frituras pode contaminar até um milhão de litros de água.
Lembre-se: se todos economizarem a água não vai faltar. Racionando, podemos ajudar o meio ambiente e economizar dinheiro. Ganha-se duas vezes.
Distribuição de água na Hidrosfera
- Oceanos: 97,2%
- Geleiras e calotas de gelo: 2,15%
- Água presente no subsolo: 0,62% (aproximadamente)
- Águas da superfície (rios, lagos, biomassa): 0,029% (aproximadamente)
- Água presente na atmosfera: 0,001% (aproximadamente)
fonte: U.S. Geological Survey
Você sabia?
- A Unesco estabeleceu que 2013 é o Ano Internacional da Cooperação pela Água. A ideia é incentivar as pessoas, governos e empresas a agirem de forma sustentável no acesso e uso da água.
- Somente 0,5% da água doce (em estado líquido) do planeta está acessível na superfície.
- Cerca de 70% da água doce disponível no Brasil está na Bacia Amazônica.
- As indústrias do Brasil consomem cerca de 100 mil litros de água por segundo.
- Cerca de 70% da água doce é consumida pelo setor agrícola.
fronte sua pesquisa.com
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Aquecimento Global Entenda o aquecimento Global, Efeito Estufa, consequências, aumento da temperatura mundial aquecimento global no Brasil, degelo das calotas polares, gases poluentes, Protocolo de Kyoto, furacões, ciclones, desertos, clima, resumo
Introdução
Todos os dias acompanhamos na televisão, nos jornais e revistas as catástrofes climáticas e as mudanças que estão ocorrendo, rapidamente, no clima mundial. Nunca se viu mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como tem ocorrido nos últimos anos.
A Europa tem sido castigada por ondas de calor de até 40 graus centígrados, ciclones atingem o Brasil (principalmente a costa sul e sudeste), o número de desertos aumenta a cada dia, fortes furacões causam mortes e destruição em várias regiões do planeta e as calotas polares estão derretendo (fator que pode ocasionar o avanço dos oceanos sobre cidades litorâneas). O que pode estar provocando tudo isso? Os cientistas são unânimes em afirmar que o aquecimento global está relacionado a todos estes acontecimentos.
Pesquisadores do clima mundial afirmam que este aquecimento global está ocorrendo em função do aumento da emissão de gases poluentes, principalmente, derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel, etc), na atmosfera. Estes gases (ozônio, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e monóxido de carbono) formam uma camada de poluentes, de difícil dispersão, causando o famoso efeito estufa. Este fenômeno ocorre, pois, estes gases absorvem grande parte da radiação infra-vermelha emitida pela Terra, dificultando a dispersão do calor.
O desmatamento e a queimada de florestas e matas também colabora para este processo. Os raios do Sol atingem o solo e irradiam calor na atmosfera. Como esta camada de poluentes dificulta a dispersão do calor, o resultado é o aumento da temperatura global. Embora este fenômeno ocorra de forma mais evidente nas grandes cidades, já se verifica suas conseqüências em nível global.
aquecimento global - derretimento de gelo Derretimento de gelo nas calotas polares: uma das consequências do aquecimento global.
Consequências do aquecimento global
- Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas;
- Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do planeta Terra;
- Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas;
- Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.
Protocolo de Kyoto
Este protocolo é um acordo internacional que visa a redução da emissão dos poluentes que aumentam o efeito estufa no planeta. Entrou em vigor em 16 fevereiro de 2005. O principal objetivo é que ocorra a diminuição da temperatura global nos próximos anos. Infelizmente os Estados Unidos, país que mais emite poluentes no mundo, não aceitou o acordo, pois afirmou que ele prejudicaria o desenvolvimento industrial do país.
Conferência de Bali
Realizada entre os dias 3 e 14 de dezembro de 2007, na ilha de Bali (Indonésia), a Conferência da ONU sobre Mudança Climática terminou com um avanço positivo. Após 11 dias de debates e negociações. os Estados Unidos concordaram com a posição defendida pelos países mais pobres. Foi estabelecido um cronograma de negociações e acordos para troca de informações sobre as mudanças climáticas, entre os 190 países participantes. As bases definidas substituirão o Protocolo de Kyoto, que vence em 2012.
Conferência de Copenhague - COP-15
A 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima foi realizada entre os dias 7 e 18 de dezembro de 2009, na cidade de Copenhague (Dinamarca). A Conferência Climática reuniu os líderes de centenas de países do mundo, com o objetivo de tomarem medidas para evitar as mudanças climáticas e o aquecimento global. A conferência terminou com um sentimento geral de fracasso, pois poucas medidas práticas foram tomadas. Isto ocorreu, pois houve conflitos de interesses entre os países ricos, principalmente Estados Unidos e União Européia, e os que estão em processo de desenvolvimento (principalmente Brasil, Índia, China e África do Sul).
De última hora, um documento, sem valor jurídico, foi elaborado visando à redução de gases do efeito estufa em até 80% até o ano de 2050. Houve também a intenção de liberação de até 100 bilhões de dólares para serem investidos em meio ambiente, até o ano de 2020. Os países também deverão fazer medições de gases do efeito estufa a cada dois anos, emitindo relatórios para a comunidade internacional.
Dados alarmantes
- Em maio de 2013, a NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica Nacional) divulgou um relatório mostrando que o planeta atingiu a maior concentração de dióxido de carbono da história. A concentração deste poluente, que é um dos principais causadores das mudanças climáticas e do aquecimento global, está com média diária de 400 ppm (partículas por milhão).
Efeitos do aquecimento global no Brasil
De acordo com dados preliminares divulgados pelo IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) em setembro de 2013, o clima brasileiro poderá sofrer os efeitos do aquecimento global até o final deste século. As regiões sul e sudeste poderão ter um aumento de até 0,5% na temperatura média até o final do século. Já as regiões centro-oeste, nordeste e norte poderão ter as temperaturas médias aumentadas em 1,5%. Estas projeções são para um cenário otimista, ou seja, com controle da emissão de gases do efeito estufa. Num cenário de grande aumento na emissão destes gases, a temperatura poderá se elevar mais do que o dobro em relação a estas projeções.
De acordo com estas projeções, poderá também ocorrer ser mais frequente a formação de ondas de calor nas regiões Nordeste e na Amazônia.
Os dados completos serão divulgados pelo IPCC em abril de 2014.
Fonte .sua pesquisa.com
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Cronologia dos problemas climáticos
1712 O britânico Thomas Newcomen inventa o primeiro motor movido a vapor para ser usado em larga escala, abrindo caminho para a Revolução Industrial, que levou à utilização do carvão a nível industrial.
1800 População mundial atinge 1 bilhão de pessoas.
1824 O físico francês Joseph Fourier descreve o "efeito estufa" natural do planeta Terra. À época, ele escreveu: "A temperatura (da Terra) pode subir pela interposição da atmosfera, porque o calor na forma de luz encontra menos resistência ao penetrar o ar do que quando passa o ar já convertido em calor não luminoso.
1861 O físico irlandês John Tyndall prova que o vapor d'água e outros gases criam o efeito estufa. Ele conclui que "a camada formada por este vapor é mais necessária à vida vegetal da Inglaterra do que o tecido é para o homem". Mais de 100 anos depois, uma importante organização britânica de pesquisa climática é batizada de Tyndall Centre, em sua homenagem.
1886 Karl Benz apresenta o Motorwagen, considerado por muitos como sendo o primeiro automóvel.
1896 O químico sueco Svante Arrhenius conclui que a era industrial movida a carvão vai colaborar para o aumento do efeito estufa natural. Ele indica que o fenômeno pode vir a ser benéfico para as gerações futuras. Seu dimensionamento do "efeito estufa criado pela ação do homem" são semelhantes - incremento de alguns graus Celsius para o dobro de aumento de gás carbônico (CO2) - ao usado em modelos climáticos atuais.
1900 Outro sueco, Knut Angstrom, descobriu que o CO2, mesmo em diminutas concentrações encontradas na atmosfera, absorve intensamente partes do espectro infravermelho. Sem entretanto perceber a importância de sua descoberta, Angstrom mostrou que o gás pode produzir aquecimento através do efeito estufa.
1927 As emissões de carbono a partir da queima de combustível fóssil com a industrialização alcançam 1 bilhão de toneladas por ano.
1930 A população mundial atinge 2 bilhões de pessoas.
1938 Utilizando dados colhidos em 147 centros de estudos climáticos ao redor do mundo, o engenheiro britânico Guy Callendar mostra que houve um aumento da temperatura no século anterior. Ele também comprova que a concentração de CO2 aumentou no mesmo período, sugerindo que esta seja a causa do aquecimento. O "efeito calendário" é amplamente desconsiderado por meteorologistas.
1955 Utilizando uma nova geração de equipamentos que incluem os primeiros computadores, o pesquisador americano Gilbert Plass analisa em detalhe a absorção de infravermelho de diferentes gases. Ele conclui que, ao dobrar a concentração de CO2, a temperatura será elevada entre 3°C e 4°C.
1957 O oceanógrafo Roger Revelle e o químico Hans Suess, ambos americanos, comprovam que a água do mar não é capaz de absorver toda a quantidade adicional de CO2 lançada na atmosfera, como era assumido por muitos. Revelle escreveu: "Atualmente, os seres humanos estão realizando um experimento geofísico em larga escala..."
1958 Utilizando equipamento criado por ele mesmo, Charles David (Dave) Keeling começa a medir sistematicamente o CO2 na atmosfera a partir de Mauna Loa, no Havaí, e na Antártida. Dentro de quatro anos, o projeto - que continua até hoje em dia - fornece a primeira prova inequívoca de que o nível de CO2 na atmosfera está aumentado.
1960 A população mundial atinge 3 bilhões de pessoas.
1965 Uma Comissão de Aconselhamento à Presidência dos Estados Unidos alerta que o efeito estufa é uma "preocupação real".
1972 A primeira conferência da ONU sobre o meio ambiente é realizada em Estocolmo. O item sobre mudança climática mal consta na agenda, que ficou concentrada em temas como poluição química, testes nucleares e caça às baleias. Como resultado, é criada a Unep, a agência da ONU para o meio ambiente.
1975 A população mundial atinge 4 bilhões de pessoas.
O cientista americano Wallace Broecker põe o termo "aquecimento global" no domínio público ao usá-lo no título de um de seus papéis científicos.
1987 A população mundial atinge 5 bilhões de pessoas.
Nações fecham acordo criando o Protocolo de Montreal, restringindo o uso de materiais químicos que destroem a camada de ozônio. Sem entretanto ter sido criado com as mudanças climáticas em mente, o protocolo teve um impacto maior sobre a emissão de gases do efeito estufa do que o Protocolo de Kyoto.
1988 Criado o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU para avaliar as evidências em torno das alterações no clima.
1989 Em um discurso na ONU, a então primeira-ministra britânica, Margaret Thatcher - que era formada em química -, alerta que "estamos presenciando um enorme aumento na quantidade de dióxido de carbono lançada na atmosfera... O resultado é que no futuro esse nível de alteração será provavelmente mais amplo e fundamental do que tudo que já vimos até aqui." Ela convoca as nações para que se unam em torno de um tratado global sobre mudanças climáticas.
As emissões de carbono a partir da queima de combustível fóssil e da atividade industrial atingem 6 bilhões de toneladas por ano.
1990 O IPCC divulga seu primeiro Relatório de Avaliação. O documento conclui que, no último século, houve um aumento da temperatura global entre 0,3°C e 0,6°C; que as emissões feitas a partir da atividade humana estão sendo adicionadas às emissões naturais de gases formadores do efeito estufa e que este adicional deve resultar na elevação ainda maior da temperatura do planeta.
1992 Na ECO-92, no Rio de Janeiro, representantes das nações participantes acordam os termos da "Conferência Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas", documento que cria a matriz única sobre mudanças climáticas. Entre seus principais objetivos está "a estabilização do nível de concentração de gases do efeito estufa na atmosfera de forma a evitar uma interferência antropogênica perigosa no sistema climático". Os países industrializados concordam em reverter as emissões aos níveis de 1990.
1995 O segundo relatório de avaliação do IPCC conclui que um balanço das evidências sugere "uma discernível influência humana" no clima do planeta. O documento é considerado a primeira declaração definitiva a atribuir responsabilidade ao homem pelas mudanças climáticas.
1997 É acordado o Protocolo de Kyoto. Os países ricos prometem reduzir as emissões em média de 5% no período de 2008 a 2012, com metas que variam enormemente de um país para outro. O Senado americano declara imediatamente que não irá ratificar o acordo.
1998
Condições extremas do fenômeno El Niño combinadas com aquecimento global produzem o ano mais quente desde os primeiros registros meteorológicos. A temperatura média global supera em 0,52°C a média registrada no período 1961-1990 (um padrão comumente utilizado).
Publicação do polêmico gráfico "hockey stick" ("taco de hóquei", em tradução livre) que indica um extraordinário aumento da temperatura do hemisfério norte nos tempos modernos comparada à dos últimos mil anos. Posteriormente, o trabalho é usado por duas investigações feitas pelo Congresso dos EUA.
1999 A população mundial atinge 6 bilhões de pessoas.
2001 O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, retira o país do Protocolo de Kyoto.
O terceiro relatório de avaliação do IPCC indica "nova e mais forte prova" de que as emissões de gases causadores de efeito estufa a partir da atividade humana são a causa principal do aquecimento verificado na segunda metade do século 20.
2005 O Protocolo de Kyoto é transformado em lei internacional para os países que permanecem nele.
O então primeiro-ministro britânico, Tony Blair, transforma o tema da mudança climática em prioridade do seu mandato na presidência do G8 (o grupo de países mais ricos do mundo) e da União Europeia.
2006 O Relatório Stern conclui que as mudanças climáticas podem prejudicar o PIB global, reduzindo-o em até 20% caso não sejam combatidas - mas combatê-las representaria um custo de cerca de 1% do PIB global.
As emissões de carbono a partir da queima de combustível fóssil e da atividade industrial atinge 8 bilhões de toneladas por ano.
2007 O quarto relatório de avaliação do IPCC conclui que há mais de 90% de chance de que as emissões de gases causadores do efeito estufa a partir da atividade do homem serem responsáveis pelas mudanças climáticas da era moderna.
O IPCC e o ex-vice-presidente americano Al Gore ganham o prêmio Nobel da Paz "pelos seus esforços em conscientizar e disseminar o conceito da interferência do homem na mudança do clima, e por lançar a base das medidas necessárias para reverter essas alterações".
Na conferência da ONU para mudança climática em Bali, na Indonésia, os governos concordam em firmar o "Bali roadmap", um acordo que previa a elaboração de um novo tratado global no final de 2009.
2008 Meio século depois das primeiras observações no observatório de Mauna Loa, no Havaí, o projeto Keeling indica que as concentrações de CO2 aumentaram de 315 partes por milhão (ppm) em 1958 para 380 ppm em 2008.
Dois meses antes de tomar posse, o futuro presidente dos EUA, Barack Obama promete "se engajar vigorosamente" com o resto do mundo na questão das mudanças climáticas.
2009 A China ultrapassa os EUA como maior emissor mundial de gás de efeito estufa - embora os EUA permaneçam bem à frente em uma base per capita.
Hackers baixam uma enorme parcela de e-mails de um servidor da unidade de pesquisa climática da Universidade East Anglia, no Reino Unido, e liberam parte do conteúdo na internet, episódio conhecido como "ClimateGate".
Governos de 192 países do mundo se reúnem na cúpula do clima da ONU em Copenhague, com grandes expectativas de um novo acordo global, mas o resultado da conferência é apenas uma declaração política controversa, o Acordo de Copenhague.
2010 Os países desenvolvidos começam a contribuir para um fundo de US$ 30 bilhões (R$ 67 bilhões) durante três anos. O objetivo é usar o dinheiro para ajudá-los a se adaptar aos impactos climáticos e tornar suas economias mais verdes.
Uma série de análises sobre o "ClimateGate" e o IPCC pede por mais abertura, mas isenta os cientistas de negligência.
A cúpula da ONU no México, não desmorona, como se temia, mas termina com acordos em questões pouco relevantes.
2011 Uma nova análise de registros de temperatura da Terra por cientistas preocupados com as acusações do "ClimateGate" prova que a superfície terrestre do planeta de fato se aqueceu durante o século passado.
A população humana chega a 7 bilhões de pessoas.
Dados mostram que as concentrações de gases de efeito estufa estão aumentando em um ritmo mais rápido do que em anos anteriores.
2012 O gelo no Ártico atinge uma extensão de 3.410.000 km², a menor área desde que as medições por satélite começaram, em 1979.
2013 Dados do Observatório de Mauna Loa, no Havaí, informam que a concentração média diária de CO2 na atmosfera já ultrapassou 400 partes por milhão (ppm), pela primeira vez desde que as medições começaram, em 1958.
Retirado de um artigo do site TERRA
domingo, 5 de janeiro de 2014
O tufão HAIYAN que chamou a atenção do mundo.
Todos vimos a tragédia que causou o tufão Haiyan na Filipinas, com ventos de 315 a 380 Km/h.Ele atingiu” em cheio” a cidade de Taclobam e as ilhas Samar e Leyte, onde cerca de 10.000 pessoas teriam morrido e milhares desabrigadas.
Pelo fato de ter encontrado condições climáticas favoráveis como o aquecimento acima do normal das águas do Pacifico, este tufão tomou proporções gigantescas.Em uma classificação normal de tufões e furações eles atingiriam a classe máxima que é a classe 5 com ventos de 250 a 290 Km;/hs.Porém este tufão poderia ser classificado na classe 6, que na verdade não existe.,mas, em virtude de seus ventos serem tão acima do normal que até poderíamos abrir uma exceção.
O que muitas pessoas ignoram é que esse tufão , pela força de seus ventos ,provocou um tsunami, e o mar subiu 7 metros inundando e invadindo todo o litoral e até parte distante do litoral fazendo vitimas por afogamento.
Já não é a primeira vez que assistimos forças da natureza muito além do que é normal.Forças essas que destroem, matam e causam grandes danos materiais e que na certa foram criadas por nós, com o nosso estilo de vida moderna, onde desmatamos ,queimamos, poluímos e agredimos a natureza de todas as formas, e com isto alteramos o clima do mundo provocando essas aberrações climáticas.
Todos nós devemos estar lembrados do furação Katrina que devastou tudo que encontrou pela frente em especial a cidade de Nova Orleans, e o furação Sandy outra aberração climática. Temos ainda os ciclones que riscaram do mapa varias cidades dos Estados Unidos ;Na Austrália ocorreu um incêndio florestal totalmente atípico onde grandes áreas de florestas foram destruídas e além, destes que citei,houve enchentes devastadoras na Inglaterra, França, no Brasil e em vários outros países.E tudo isto fora do normal totalmente atípico! O mais interessante de tudo é que na pessoas que ainda teimam em dizer que é normal ! Como pode ser normal uma tempestade com ventos de 380Km/hs?
O homem se coloca no “centro das atenções”, como se estivesse vivendo na era do Antropocentrismo o que não é verdade, pelo menos até agora, temos que entender que existem outros seres convivendo conosco e temos que respeitá-los.Também temos as reservas de minério , de água e outras fontes de sustento da vida que são limitadas, seu fim será também o nosso fim.
Diante do quase caos em que está nosso mundo, o governo Chinês, que vinha limitando as famílias a ter um só filho, agora permite que elas possam ter mais de um, e isto não é bom.
A China é o país mais populoso do planeta ,e esta liberação irá colocar sobre o planta mais bocas para comer, mais roupas para vestir e mais vidas para ser vividas , e nós sabemos que estamos no limite da exploração dos recursos naturais, acredito que o planeta irá sentir esse impacto dentro de poucos anos, e aí não teremos o que fazer.Estamos andando na contra mão de nosso existência no planeta.Acredite quem quiser, o tufão Haiyan foi o mensageiro que mostrou que as” coisas estão indo de mal a pior”!.
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