terça-feira, 12 de junho de 2012

Comentário

Lendo o comentário de um leitor da reviste Planeta, me faz crer, que cada vez mais estou ciente e consciente de que as minhas teorias a respeito da relação governos e defensores do meio ambiente estão em posições antagônicas. Os governos em quase sua totalidade ,seja de Países ,Estados e Municípios vêem as cidades e seu povo como forma de lucros, de preferências pessoais, e estão sempre fazendo demagogia política, sem se importar com as pessoas, animais e plantas que merecem respeito e um local decente neste planeta. Este leitor cita a cidade do Rio de Janeiro, com um Prefeito pouco ou nada interessado em melhorar a qualidade de vida, de ar, reduzir a poluição, oferecer ao seu povo um pouco de verde e áreas de lazer. “O exemplo que foi dado, foi o terreno da antiga fabrica da Antarctica, em que a prefeitura do Rio incentivou a construção de cinco edifícios residenciais, “o “ Conjunto Coroa da Lapa”, segundo esta pessoa, ali poderia ter sido implantado uma área verde, que iria ajudar a reduzir os níveis de CO2 e melhorar a qualidade de vida dos cariocas, dentro do meu ponto de vista esta pessoa esta correta ao fazer esta crítica. Os governantes só estão preocupados em faturar, como por exemplo: A Rio +20, ela está mais para um bom negocio para a cidade do Rio e para o mundo, do que a responsabilidade de melhorar a qualidade do ar, a regeneração das florestas, a recuperação dos mananciais e de toda vida animal e vegetal do planeta. Está conferencia tem tudo para dar em nada, como as demais que a antecederam. Espero estar enganado a respeito, adoraria pedir desculpas pelo meu prejulgamento a respeito desta Rio+20. A ganância, o desrespeito e o pouco caso com o planeta sempre nortearam as conferencias ambientais que antecederam a esta. E porque está seria diferente?Será que os Estados Unidos, China e Japão iriam abrir mão de suas indústrias poluidoras?Será que o Brasil contrataria 1000 homens para fiscalizar os desmatamentos e queimadas?Será que a Índia iria implantar um controle da natalidade em seu território? O Japão iria parar de caçar as baleias, para a sua “Pesquisa”? E os países produtores de petróleo, gás natural e carvão iriam diminuir sua produção e utilização em favor do meio ambiente?Acho difícil que isto aconteça. , Está história de que houve avanço político, como o que aconteceu na COP17, em que se adiou o tratado de Kioto! É pura “balela”, este tratado já nasceu tímido, e seu adiamento foi uma punhalada nas costas do Meio Ambiente.

domingo, 10 de junho de 2012

bama flagra danos ambientais em área disputada por kadiwéus e fazendeiros

Fiscalização do Ibama nas terras disputada por índios kadiwéus e fazendeiros no Pantanal constatou irregularidades ambientais. Na fazenda Baía dos Carneiros, foi constatada a supressão de 1,75 hectares de vegetação nativa. O desmatamento era executado com utilização de trator. Foi emitida multa de R$ 1.750 para a empresa que ocupa a área, que tem sede no Paraná. Um trator e três motosserras foram apreendidos. Na Fazenda Esteio, havia exploração ilegal de madeira. Foi constatada a extração de 339 peças de madeira das espécies nativas. A multa foi de R$ 4.222,20 e outras duas motosserras foram apreendidas. As propriedades rurais ficam localizadas em Porto Murtinho. De acordo com o MPF (Ministério Público Federal), uma pista de pouso de 760 metros de comprimento por 30 metros de largura foi construída na área desmatada. A vistoria do MPF aconteceu entre 14 e 16 de maio. A área foi ocupada por indígenas em 27 de abril, que denunciaram os crimes ambientais. A invasão de 23 fazendas, denominada pelos índios como retomada, foi deflagrada após o STF (Supremo Tribunal Federal)considerar nulos os títulos de terra localizados em área indígena no sul da Bahia. Conforme os fazendeiros, os kadiwéus estavam armados e expulsaram os funcionários. Segundo o Cimi (Conselho Indigenista Missionário), os índios estão recuperando áreas invadidas pelos fazendeiros, que acabaram conseguindo título de posse da terra, apesar de ser área indígena. A demarcação da reserva dos kadiwéus foi em 1981. xxxxxxxxxxxxxxxxxxShare on google_plusone Aline dos Santos

sexta-feira, 8 de junho de 2012

EMPRESA CRIA IMPRESSORA QUE NÃO USA TINTA NEM PAPEL

Quem disse que uma impressora precisa de tinta ou papel para existir? Conheça a Impressora PrePean. Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova d’água, elas podem ser facilmente apagadas. É só colocá-las novamente na impressora que, através de outra temperatura, a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada mil vezes. fonte: HYPE SCIENCE universo em um clique

segunda-feira, 4 de junho de 2012

A Rio +20

Há vinte anos atrás era realizada no Rio de Janeiro Conferência a” Cúpula da Terra” a Eco 92, vinte anos depois ,vai se realizar também no Rio de Janeiro a Rio+20, a data desta conferência é 20 a 22 de junho, promete ser o maior evento sobre sustentabilidade .É esperado a presença de mais de 100 chefes de Estado e milhares de representantes de empresas,agencias multilaterais e entidades civis. Na pauta da Rio+20 ,Há 2 grandes temas : A transição para a economia verde socialmente incluída e uma reforma da ONU para a criação de um órgão:”A Organização mundial do Meio Ambiente (OMMA)”. A Rio+20 não aprovará nenhum documento de porte como a Agenda 21,Convenção do Clima e outros.Porém, mapeará lacunas no cumprimento dos acordos firmados desde 1992 definindo medidas para preenchê-las . Será a primeira Conferência da ONU a discutir modificações na economia , processos de produção e consumo mais limpo. Paralelo à Rio+20, no centro da cidade, entre 16e 19 de junho no aterro do Flamengo e na Praça Mauá, será realizada a “ Cúpula dos povos por justiça social e ambiental” promovido pelas ONGs.Apesar de se dizer que nestes 20 anos pouco for feito pelo meio ambiente, podemos notar que hoje as empresas se preocupam com o meio ambiente, com o efeito estufa , reutilização da água, reciclagem do lixo e redirecionamento de negócios para a base da pirâmide social. Em novembro passado o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) lançou o relatório “ De olho no meio Ambiente em mutações”),o relatório mostra que entre 1992 a 2009 as empresas eliminaram a geração de 93% dos gases responsáveis pelo buraco de ozônio , cumprindo assim com a obrigação do Protocolo de Montreal. Houve também progresso na difusão das energias renováveis e só como exemplo: o consumo de energia eólica saltou6000% e também o crescimento e consumo de outras formas de energias renováveis. Ainda estamos caminhando a passos lentos, porém, está havendo progressos nas ações para diminuição das emissões de carbono. Nestes últimos 20 anos houve um aumento significativo no ativismo ambiental, que conquistou as empresas. Porém diante do que já foi feito, existe o lado negativo que é ainda muito pouco do que deveria ser feito,é uma “ Gota de água no oceano”. Da conferencia Rio 92 até hoje há pouco a se celebrar, podemos dizer que : foi medíocre o nosso avanço na convenção na China , pouco foram os países a chegar perto do Protocolo de Kyoto, que já nasceu pequeno demais. É preocupante para o futuro ,que os principais líderes do movimento pela sustentabilidade acenem com uma avaliação péssima dos efeitos práticos das medidas que foram adotadas nas diversas conferências realizadas. Apesar da grande propaganda feita sobre as possíveis mudanças que a Rio+20 poderá trazer, não é esperado nenhum grande compromisso que implique em alto custo para o caixa dos países desenvolvidos, se atribui a isto a grave crise que a Europa e os Estados Unidos vêm passando. Em poucas palavras não deverá acontecer nada. O que se vai ver serão discursos bonitos e eloqüentes. E a mesmice situação das conferencias passadas: muitas promessas e pouco ou quase nenhuma vontade de fazer algo pelo planeta, sempre com medo de perder seus PETRODOLARES. xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxBibliografia: Revista Planeta março de 2012

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Poluição por plásticos nos oceanos: uma preocupação global

Em um estudo recentemente realizado no Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, foram encontrados PCBs e pesticidas organoclorados em plásticos retirados do trato digestório de albatrozes e petréis.
São Paulo, 24 de junho de 2010 Poluição por plásticos nos oceanos: uma preocupação global © David M. Lawrence / Plastics at SEA www.sea.edu/plastics Fernanda Imperatrice Colabuono Os plásticos têm inúmeras qualidades e utilidades que trazem praticidade a nossa vida. Apesar disso, uma vez descartados no ambiente podem causar sérios prejuízos a biota e ao ecossistema. Hoje em dia, os plásticos são considerados poluentes emergentes e constituem um problema global. Por este motivo, pesquisadores de todo o mundo tem se preocupado com este tema e diversos estudos sobre a poluição por plásticos tem sido desenvolvidos. A ingestão de plásticos por animais marinhos, como tartarugas e aves, é um assunto em particular que tem chamado muito a atenção dos pesquisadores, devido aos danos causados a estes animais. Os efeitos físicos causados pela ingestão de plásticos são os mais conhecidos. Dentre eles pode-se citar o sufocamento por grandes peças de plástico, a obstrução do trato digestório e a diminuição do volume funcional do estômago, que podem causar, em pouco tempo, a morte do animal.
Ave marinha encontrada morta em uma praia da costa sul do Brasil. Muitas destas aves encontram-se com o trato digestório repleto de plásticos. © Fernanda Imperatrice Colabuono / IO-USP Outro problema associado à ingestão de plásticos que têm sido recentemente investigado é a transferência de poluentes orgânicos persistentes que encontram-se adsorvidos a superfície dos plásticos para os animais que os ingerem. Os plásticos adsorvem os poluentes presentes no ambiente e chegam a ter concentrações tão altas quanto as encontradas em diversos animais, e estão sendo utilizados para monitorar a poluição de diversos locais no mundo. Apesar de a alimentação ser a maior via de exposição de poluentes orgânicos persistentes para os animais marinhos, alguns trabalhos investigam a ingestão de plásticos como uma fonte adicional de contaminação. Os poluentes orgânicos persistentes são bastante conhecidos por seus efeitos tóxicos e além da sua grande persistência no ambiente, possuem alta afinidade aos tecidos animais. Os bifenilos policlorados (PCBs) e pesticidas organoclorados, como os DDTs, são exemplos de alguns poluentes orgânicos persistentes encontrados nos plásticos. As aves marinhas estão entre os animais mais afetados pela poluição dos oceanos. São animais com alta freqüência de ingestão de plásticos, em especial o grupo dos albatrozes e petréis que são capazes de acumular os plásticos no trato digestório por longos períodos. Da mesma maneira, problemas causados por poluentes orgânicos persistentes em aves marinhas são bastante conhecidos, sendo associados com a diminuição do sucesso reprodutivo e declínio de populações destes animais. Em um estudo recentemente realizado no Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, foram encontrados PCBs e pesticidas organoclorados em plásticos retirados do trato digestório de albatrozes e petréis. Observou-se que tanto as concentrações destes contaminantes nos plásticos como o grupo de compostos encontrados eram bastante similares aos encontradas nos tecidos das mesmas aves. As investigações continuam em diversos centros de pesquisa em busca de maiores evidências sobre a transferência de poluentes dos plásticos para os animais marinhos. Pedaços de plásticos encontrados no trato digestório de uma ave marinha. Os plásticos podem causar diversos danos físicos, além de serem uma possível fonte de contaminação por poluentes orgânicos persistentes. © Fernanda Imperatrice Colabuono / IO-USP A mortalidade de animais marinhos causada pelos plásticos pode ser facilmente observada em diversas partes do mundo. Entretanto, a poluição por plásticos pode causar problemas além daqueles que os nossos olhos podem ver como o transporte de poluentes orgânicos e a transferência destes contaminantes para os animais marinhos. Por serem leves e capazes de flutuar na superfície da água, os plásticos são carregados pelas correntes marinhas e são encontrados até em lugares remotos do planeta, distantes de áreas industrializadas e poluídas, o que mostra que este não é apenas um problema local. A grande quantidade de plásticos presentes no ambiente marinho e os prejuízos causados ao ecossistema por este tipo de poluição é um alerta de que este é um problema que merece a atenção de todos. xxxxxxxxxxxxxxxxxEm 26/06/2010, publicado por Fabiano Barretto. Categoria: Estudos brasileiros, Global News xxxxxxxxxxxxxxxxxxFoi retirado da pagina Local Beach Global garbage